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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Don't Starve



Don't Starve é um jogo de sobrevivência que faz relembrar Minecraft com traços da estilização de Tim Burton.

Começamos o jogo na pele de Wilson, um cientista que foi transportado por um demónio para um mundo estranho e selvagem. Para escapar Wilson terá que explorar este novo mundo, cheio de perigos, criaturas e surpresas.

O objectivo é sobreviver o número máximo de dias possível, desbloqueando novas personagens e um novo modo de jogo. O mais curioso talvez seja o facto de que raramente morremos de fome. Existem inúmeros perigos ao longo do jogo e é fácil morrer devido a pequenos erros e distracções. Quando somos transportados a um novo mundo deparamo-nos com várias criaturas que por tentativa e erro vamos descobrindo se nos são amigáveis ou não. Na maior parte das vezes a verdade é que essas criaturas são bastante mortíferas, mas podemos usar todas em nosso benefício.
Quer seja para obter comida, mais recursos, aumentar o nosso inventário ou livrarmo-nos de ataques inesperados de uma matilha vinda do nada, cada criatura nova é-nos útil, se lhe sobrevivermos...

Até agora tive a oportunidade de jogar a versão Beta do jogo e fiquei completamente viciada. 

Actualmente existem a expansão Reign of Giants e a versão Don't Starve Together (multiplayer).

Prós:       Desafiante,
                Viciante
                Controlos simples para PC
                São gerados mundos de forma aleatória

Contras: Viciante.
                Cada vez que o jogador morre o jogo reinicia no dia 1 sem qualquer objecto no inventário.


Requisitos do Sistema:

  • Sistema Operativo: Windows XP/Vista/Windows 7/Windows 8/ OSX10.7 ou melhor/Ubuntu 12.10
  • Processador: >1.7 GHz ou melhor
  • Memória: >1 Gb de RAM
  • Gráficos: Radeon HD5450 ou melhor; 256 MB ou mais dedicados (Placas GMA não são suportadas)
  • DirectX®: 9.0c
  • Disco Rígido: 500 Mb espaço HD
  • Som: drivers e placas de som compatíveis com 100% DirectX 9.0c 


domingo, 10 de março de 2013

Slender



MEDO! Não sei se algum dia volto a ter coragem para jogar este jogo! Provavelmente sim, quando me esquecer desta última e patética tentativa... mas sozinha garantidamente que não! Há uns tempos atrás coloquei no blog um post sobre um jogo indie de terror chamado Mad Father, a verdade é que apesar de estar inserido na categoria de terror e de ter uma história um tanto ou quanto macabra o jogador nunca apanha grandes sustos nem experimenta muitas emoções. Slender nisso é abundante, provoca-nos descargas de adrenalina, e reacções que para qualquer observador se tornam bastante cómicas.

É um jogo extremamente simples, o objectivo consiste em recolher 8 páginas espalhadas pelo universo (diminuto) do jogo. O jogador assume o papel de uma rapariga que vagueia  por um bosque com uma lanterna à procura das 8 páginas, parece ser bastante simples, e seria até demais e totalmente enfadonho se não fosse a introdução da personagem de Slenderman. Quanto a este existem várias teorias e mitos urbanos que eu não irei explorar aqui, visto ser irrelevante para o que estou a escrever.
Se este Slenderman é avistado pela personagem do jogo a câmara começa a apresentar estática e se não fugirmos rapidamente somos apanhados por ele, o que resulta num game over.

A atmosfera, combinada com os sons (ou falta deles), o elemento surpresa e o constante suspense provocado pela dúvida contínua da existência ou proximidade do vilão, conferem um carácter bastante assustador ao jogo. Recomendo, no entanto, que seja jogado às escuras, sem companhia e, de preferência, em noites de   tempestade, caso contrário não terá o mesmo impacto. 

Download do jogo e mais informações: http://slendergame.com/

O youtuber Pewdiepie também experimentou este jogo por várias vezes, nunca tendo conseguido ganhar até a esta data, caso pretendam visionar sigam o seguinte link: http://www.youtube.com/watch?v=OZMBG4Pn3Sg